A Associação das Prostitutas de Minas Gerais (Aprosmig), a Associação dos Ambulantes de Belo Horizonte e a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB/MG e o vereador Gilson Reis (PCdoB), protocolizaram hoje, 03/4, na Coordenadoria de Inclusão e Mobilização Social (Cimos) do Ministério Público de Minas Gerais, um Termo de Requerimento pedindo ao MP que acione a Prefeitura Municipal de Belo Horizonte e o Governo do Estado de Minas Gerais, para que garantam a alimentação das Prostitutas e Vendedores Ambulantes, com a concessão de cestas básicas, em condições a serem estabelecidas em eventual procedimento administrativo ou judicial.

Os requerentes alegam que essas categorias estão entre aquelas que mais vem sofrendo com as consequências da Pandemia provocada pelo COVID-19, já que suas rendas foram totalmente dizimadas, desde o dia 18, quando teve início o o atual contexto de isolamento social. Ressalte-se que ambas dependem do movimento em bares, restaurantes, da vida noturna e do tráfego de pessoas pelas cidade, o que não mais vem ocorrendo, em função do isolamento necessário para evitar a propagação do Covid-19.
“Trata-se de milhares de pessoas que atualmente estão “jogadas a própria sorte”, em situação de miserabilidade, sem ter sequer o que comer. Por isso, e com base na Constituição, pedimos que o Estado e a PBH façam valer o direito dessas pessoas à saúde, à dignidade da pessoa humana, à justiça social e à segurança alimentar”, assinala o vereador Gilson Reis.

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